quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

ENCONTRO COM DEUS




Ah! O Encontro!!! Mais uma vez o Encontro. Lugar de renúncia, de entrega, lugar de sacrifício ao Senhor! Foram dias tremendos!
Vidas que, até então, estavam submissas ao diabo, servindo-o sem mesmo saber que estavam, se esvaziaram de si mesmas e resolveram servir ao Rei dos reis. Tomaram a direção certa, fizeram sua própria escolha sendo tomadas pelo Espírito Santo de forma inigualável.
No início estavam duras, parecia que não teria efeito nenhum continuarem ali, mas aos poucos foram sendo ministradas no seu interior, sua verdade foi revelada, estavam num caminho sem volta. Glória a Deus!
Estamos felizes com o aumento da família. Sim, somos uma grande família e Deus é o nosso grande Pai.
Vamos em frente!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

MARINA SILVA - 43 - PRESIDENTE DO BRASIL

Princípios Bíblicos que respaldam o Governo do Justo

“Quando o justo governa o povo se alegra, mas, quando o ímpio domina, o povo geme.” Provérbios 29.2

Bispo Walter Cristie http://www.waltercristie1264.com.br/


Provérbios 29.2 – “Quando o justo governa o povo se alegra, mas, quando o ímpio domina, o povo geme.”

Provérbios 28.12 – “Quando os justos triunfam, há grande alegria; mas, quando os ímpios vencem, os homens escondem-se.”

Provérbios 29:26 – “Muitos buscam os favores dos que governam, mas o estabelecimento dos propósitos vem do Senhor.”

Líderes que Deus usou na Política

José – Governou como vice-rei em um império reconhecidamente ímpio: o Egito;
Daniel – Fez parte do governo administrativo de, nada menos, a Babilônia (representação bíblica dos projetos de satanás);
Ester – Rainha judia que, ao casar com o rei medo-persa, Assuero, foi influente no governo que abençoou Israel;
Neemias – Governador da Judéia, escolhido pelo rei persa, em função do seu exemplo de caráter e capacidade política de liderança.

Assim, nos tornamos agentes em nossa sociedade para que este projeto seja uma realidade. Não queremos mais gemer debaixo de governos e políticos corruptos que sugam o povo e não investem em benefícios verdadeiros em prol do bem estar de nossa sociedade.

Chegou o momento de ser estabelecido o GOVERNO DO JUSTO

Bispo Walter Cristie - Deputado Federal - RJ nº1264

Governo do Justo

O Projeto chamado de Governo do Justo tem como, objetivo implantar os princípios de justiça, bondade, verdade e prosperidade estabelecidos por Deus na política brasileira.Entendemos que são quatro os pilares de uma sociedade que precisam ser influenciados por tais princípios:

- Economia
- Educação
- Cultura
- Política (Governo do Justo)


Por Que o Reino de Deus Precisa Estar Presente na Política?


Porque o diabo, o falso rei, tem usado os mesmos pilares da sociedade para implantar seu reino. Vejamos:
Na educação, com a filosofia do humanismo que anula o princípio bíblico do criacionismo e do teocentrismo. Os inimigos da igreja do Senhor Jesus, têm atuado fortemente para estabelecer os princípios humanistas na educação através de leis federais e estaduais.

Na economia, uma nação rica que “sangra” seus filhos com alta carga tributária, como nos dias de Salomão, um altíssimo índice de corrupção em todos os níveis e áreas de nossa sociedade.

Na política, campo que o diabo tem usado com muita propriedade para através dele introduzir seus projetos, usando para isso o sistema legal de nosso país, como tem feito em outras nações, lembrando o que aconteceu ultimamente no México, Espanha e Portugal acerca do aborto.


Que Reino desejamos ter no Brasil?

O Reino de Deus e a Igreja

Jesus veio trazer o Reino de Deus (Mateus 3:2 e 4:17);
O Reino de Deus está entre nós (João 21 e Atos 2);
O Espírito Santo é aquele quem dirige o Reino (Mateus 12:28).

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

quarta-feira, 28 de julho de 2010

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Conselhos para o bom uso do voto evangélico

Estamos em um ano eleitoral. Estamos, também, diante da tão conhecida expressão popular: Chegou a hora da política, e aí? O pastor é um líder religioso que está diretamente em contato com o público. Considerando que política tem tudo a ver com religião, alguns pastores e líderes acertadamente e por vocação se candidatam e passam a exercer cargos políticos. Mas afinal, você concorda com a mistura das duas carreiras? Pode pastores e líderes cristãos se misturarem nesse negócio?

Na velha maneira de fazer política, ouvimos dizer que ocorriam, na Política, negociações do tipo: Atrair benefícios para a Igreja, como a doação de terrenos para templos; algum tipo de financiamento facilitado; obter concessões de rádios e TVs; ter tratamento especial perante a lei... Esses são apenas alguns tipos de barganhas, "acertos", acordos e composições de interesse que costumavam ocorrer nos bastidores em épocas de campanhas eleitorais, envolvendo também políticos e candidatos evangélicos. Misericórdia!

Mas a visão do Governo do Justo vem exatamente com a proposta de casar a legitimidade da expressão sacerdotal e profética da Igreja com o clamor da sociedade por uma política decente, ordeira, honesta, limpa, ética. No que depender do Governo do Justo, nenhum tipo de velho comportamento será avalizado para fabricação de votos ou apoios.

Como líderes de um povo, devemos considerar o valor da representatividade do povo cristão/evangélico nos pleitos políticos e o fato de que a nossa representatividade fala da mais expressiva, organizada, e com maior capacidade e poder de transferência de votos. Por isso, muito cobiçada dentre todos os segmentos da população por conta do seu poder de influência.

Assim sendo, o Governo do Justo tem entendido a indispensável tarefa de contribuir para que o processo eleitoral não continue sendo margeado pela esperteza dos ímpios e ganância dos poderosos, continuísmo dos mesmos, sofismas dos “espertos” e a tola submissão dos desavisados, que resultou numa sociedade em desagregação que tolera coisas intoleráveis.

O Governo do Justo visa também trazer sua contribuição informativa e formativa à comunidade religiosa a ela vinculada, na intenção de contribuir para um processo eleitoral no qual o voto evangélico não seja manipulado, como muitas vezes já o foi, mas usado com consciência e objetividade, ajudando a Igreja a amadurecer no exercício da sua cidadania política de forma coerente com sua fé, com sua crença.

Inspirado nos revolucionários líderes Moisés e Jesus, que com suas mensagens e mandamentos poderosos ajudaram a sociedade da sua época, e estenderam seus ensinos até os dias de hoje, apresento aqui alguns conselhos, dicas, que considero fundamentais sobre o bom uso do dito voto evangélico.

1. O seu voto é inegociável e intransferível. Com ele, você terá a oportunidade de expressar sua consciência como cidadão. Por isso, o voto precisa refletir a compreensão que você, como cristão, tem de seu País, Estado e Município.

2. O cristão deve pautar a sua consciência política nos princípios da Palavra, apesar dos contextos sociais desafiadores vividos em nossos dias. Ele deve ajustar sua maneira de ver a realidade social, pela Palavra de Deus, buscando ajuda do líder da Igreja e através do que Deus está fazendo em sua realidade e conduzir o voto naquela direção.

3. Os pastores e líderes têm obrigação de orientar os fiéis sobre como votar com ética, discernimento e compromisso com a Palavra de Deus. No entanto, a bem de sua credibilidade, o pastor ou o líder evitará transformar o processo de orientação política numa ação de manipulação e indução político-partidária.

4. Os líderes evangélicos devem ser sábios, democráticos (porque essa é a atual maneira de fazer política) e zelosos do governo divino sobre as instituições. Portanto, devem zelar pelo processo de escolha/indicação de quem a comunidade deve votar. Dentro do possível, deve-se organizar debates multipartidários/multivisionários, nos quais, simultânea ou alternadamente, representantes das correntes partidárias/visionárias possam ser ouvidos sem preconceitos, visando obter conhecimento dos movimentos político-sociais que de certo ajudarão na decisão final dos apoios/escolhas.

5. A diversidade social, econômica e ideológica que caracteriza a igreja evangélica no Brasil impõe que sejam conduzidos processos com a devida organização, temor, respeito e sabedoria visando o apoio aos candidatos ou partidos dentro do ambiente de vida da igreja evitando o constrangimento dos eleitores (o que é criminoso) e zelando para evitar divisão (em todos os sentidos) na comunidade.

6. Nenhum cristão deve sentir-se obrigado a votar em um candidato pelo simples fato de ele se confessar cristão evangélico. Antes disso, os evangélicos devem discernir se os candidatos ditos cristãos são pessoas lúcidas e comprometidas com as causas de justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato evangélico queira eleger-se para propósitos maiores do que apenas defender os interesses imediatos de um grupo religioso ou de uma denominação evangélica ou apenas ter um mandato. É óbvio que a Igreja tem interesses que passam também pela dimensão político-institucional. Todavia, é mesquinho e pequeno demais pretender eleger alguém apenas para defender interesses restritos às causas temporais de uma instituição. Um político de fé evangélica deve ser, sobretudo, um evangélico na política e não apenas um "despachante" a serviço de grupos. Ao defender os direitos universais do homem, a democracia, os princípios do Reino de Deus, entre outras conquistas, o cristão estará defendendo a Igreja.

7. Os fins não justificam os meios. Portanto, o eleitor cristão não deve jamais aceitar a desculpa de que um evangélico político votou de determinada maneira e muito menos que ele votou em determinado político, porque obteve a promessa de que, em assim fazendo, conseguiria alguns benefícios para a igreja ou para si mesmo, quer sejam rádios, concessões de TV, terrenos para templos, linhas de crédito bancário, propriedades, tratamento especial perante a lei ou outros "trocos", ainda que menores. Conquanto todos assumam que nos bastidores da política haja acordos e composições de interesse, não se pode, entretanto, admitir que tais "acertos" impliquem na prostituição da consciência cristã, mesmo que a "recompensa" seja, aparentemente, muito boa para a expansão da causa evangélica. Jesus Cristo não aceitou ganhar os "reinos deste mundo" por quaisquer meios, Ele preferiu o caminho da cruz.

8. Os votos para Presidente da República e para cargos majoritários e todos os outros devem, sobretudo, basear-se em programas de governo, nas propostas e no conjunto das forças partidárias por detrás de tais candidaturas, suas ideologias e com muitos cuidados que, no Brasil, são, em extremo, determinantes: ‘preste atenção se o candidato tal é ateu’, ou ‘se candidato tal tem posturas contra as igrejas’, ou ‘se o candidato é contra a causa dos evangélicos’. É bom saber que a Constituição do país não dá a quem quer que seja o poder de limitar a liberdade religiosa de qualquer grupo, mas, na prática, não é assim que vemos. Somos em meio ao silêncio acintosamente discriminados e perseguidos nesta Nação.

9. Sempre que um eleitor evangélico estiver diante de um impasse do tipo: "o candidato evangélico é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto", é compreensível que dê um "voto de confiança" a esse irmão na fé, desde que ele tenha as qualificações para o cargo. Entretanto, é muito bom considerar que ninguém atua sozinho, por melhor que seja o irmão em questão, ele terá grande desafio para transcender a agremiação política de que é membro, ou as forças políticas que o apóiem. Fiquem atentos às ideologias e não se percam nos bonitos discursos que geralmente eles nos enganam. Vejam a barca furada que nos metemos com esse governo atual que quer apoiar abortos e homossexualismo, verdadeiras abominações diante de Deus e da nossa fé.

10. Nesse processo de construção de valores políticos, devem ser observados os papéis com muita prudência. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ensina sobre a Palavra de Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político-partidário, a opinião do pastor deve ser ouvida como a palavra de um cidadão, e respeitada em concordância com a Palavra de Deus, sem nos esquecermos que esse sacerdote tem-nos acompanhado e aconselhado em todas as áreas da nossa vida e que Deus fala por ele. Mas é possível que você tenha opinião pública política diferente do seu pastor ou seus líderes espirituais. Saiba lidar com essa diferença sem ferir os princípios espirituais.

O pastor é um homem público, e homem público é aquele que lida com uma sociedade, particularmente a comunidade religiosa local, regional ou a nacional, isto vai depender do seu campo de atuação pastoral. Devemos entender que a Igreja está acima da opinião pública, contribuindo para a estruturação de uma visão coletiva e comunitária com base na Palavra de Deus que é a bússola da vida.

Finalmente, quero considerar que precisamos estar atentos aos destinos da nossa sociedade e agir com maturidade, equilíbrio, mas, também com muita garra sabendo que vamos decidir os próximos quatro anos da nossa cidade e que a decisão de agora influenciará nas próximas decisões de daqui a 2 anos. Nós não podemos ser omissos muito menos errar nas escolhas. “Disse o Deus de Israel, a Rocha de Israel a mim me falou: Haverá um justo que governe sobre os homens, que governe no temor de Deus. E será como a luz da manhã, quando sai o sol, da manhã sem nuvens, quando pelo seu resplendor e pela chuva a erva brota da terra.” (II Samuel 23:3-4)

Apóstolo Marcel Alexandre
Ministério Internacional da Restauração
Manaus/AM